São Paulo – Nº 21, 10 de novembro de 2010
Emitir US$ 600 bilhões é a solução ou um “bode”?
Considerando a complexidade das relações globais de cunho econômico, financeiro e comercial, não seria possível explicar em uma análise superficial, todos os impactos decorrentes da manutenção prolongada de “juros zero” e da emissão desenfreada de dólares ou de outra moeda global, mas intuímos que o resultado poderia não ser bom.
Restringindo-se o campo da análise, talvez fosse possível imaginar alguns dos impactos da “guerra cambial”. Uma das hipóteses plausível, mantido o atual nível de crescimento da demanda global, é que a queda do dólar elevará os preços das commodities metálicas, energéticas e alimentares, com efeitos muito diferentes em cada país.
Solicite a integra deste artigo pelo email faustomorey@hotmail.com
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Contraponto 20: Como será a economia do governo Dilma?
São Paulo – Nº 20, 31 de outubro de 2010
A campanha eleitoral à presidência da república foi marcada pelo paupérrimo debate político. Os candidatos muitas vezes, além de não oferecerem idéias claras sobre o que fariam se fossem eleitos, foram evasivos e superficiais, especialmente quando o assunto abordado era a política econômica. Nenhum dos postulantes ao cargo afirmou categoricamente que faria corte de gastos públicos ou aumento da carga tributária, pelo contrário, mas, apesar disto, enviaram inúmeras mensagens cifradas interessantes.
Talvez tenham agido desta maneira por temerem uma reação negativa por partes dos eleitores, então disseram apenas coisas banais do tipo: “vou colocar mais dinheiro na saúde que está sub-financiada...”, “aumentarei o salário mínimo para R$ 600...”, ou ainda, “baixarei os juros...”.
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A campanha eleitoral à presidência da república foi marcada pelo paupérrimo debate político. Os candidatos muitas vezes, além de não oferecerem idéias claras sobre o que fariam se fossem eleitos, foram evasivos e superficiais, especialmente quando o assunto abordado era a política econômica. Nenhum dos postulantes ao cargo afirmou categoricamente que faria corte de gastos públicos ou aumento da carga tributária, pelo contrário, mas, apesar disto, enviaram inúmeras mensagens cifradas interessantes.
Talvez tenham agido desta maneira por temerem uma reação negativa por partes dos eleitores, então disseram apenas coisas banais do tipo: “vou colocar mais dinheiro na saúde que está sub-financiada...”, “aumentarei o salário mínimo para R$ 600...”, ou ainda, “baixarei os juros...”.
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