terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Contraponto 18 - A capitalização da Petrobras

São Paulo – Nº 18, 10 de setembro de 2010


A estrutura produtiva do século XX não seria a mesma sem o petróleo e seus derivados. O complexo petrolífero foi expandido após a 2ª Grande Guerra, com a incorporação de extensa gama de produtos nobres, tais como os fios sintéticos e os plásticos.

As tecnologias utilizadas por esta indústria são complexas e suas  atividades interligadas: prospecção geofísica para identificação de jazidas; perfuração, exploração e produção[1], incluindo toda a engenharia correlata; armazenamento e transporte do petróleo desde as áreas de produção até as de refino: oleodutos, navios, trens e caminhões; atividades de refino e de petroquímica; transporte e distribuição de derivados para os centros de consumo e sua comercialização no varejo, entre outros.

Assimetria da localização das reservas e de riscos
A distribuição das reservas pelo mundo é assimétrica, tanto em volume quanto em qualidade, fato que resulta em elevada variabilidade na estrutura de custos desta cadeia produtiva. No Brasil, a assimetria de volumes de produção é exemplificada pelo fato de extrairmos 90% de nossa produção do mar, sendo concentrada em mais de 80% no Rio de Janeiro.


Solicite a integra deste artigo pelo email faustomorey@hotmail.com



[1] Sugerimos a leitura de: TAVARES, MARINA ELISABETE E. Análise do Refino no Brasil: estado e perspectivas - uma análise “cross-section” [Rio de Janeiro] 2005. XVIII, 384 p. 29,7 cm (COPPE/UFRJD. Sc., Planejamento Energético, 2005) Tese – Universidade Federal do Rio de Janeiro, COPPE.

Nenhum comentário: